Dom, 20 de Maio de 2012
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Regressão, Vidas Passadas e Reencarnação

Diferentes Interpretações

 

Introdução

O conceito de Reencarnação está impregnado de fé e misticismo. Mas a multiplicação de relatos impressionantes de lembranças e marcas de supostas vidas passadas atrai cada vez mais o interesse da ciência. Resultados conclusivos não há, mas eles são no mínimo intrigantes, especialmente antes da diversidade de constatações relativas ao funcionamento da mente humana e potencialidades paranormais, próprias do Sistema Grisa e das novas constatações da neurobiologia, neurociência, física-quântica e possibilidades da genética.

 

Reencarnação

Desde que o ser humano passou a acreditar no sobrenatural, surgiu também à crença de que os seres humanos, de algum modo, continuam a existir após a morte de seu corpo. E muitas são as idéias sobre como as pessoas continuam a existir depois que seu corpo retornar ao pó que ele é em essência.

 

Conceituação:

Teoria da Reencarnação ou doutrina do retorno do espírito à vida terrena, renascimento (palavra mais antiga e universal para designar essa doutrina);

A palavra reencarnação surge na metade do século XIX, do inglês, reincarnation, que é um termo mais coerente com a nossa cultura bíblica ou judaico-cristã. Reencarnação nada mais é do que encarnação.

Transmigração, quer dizer caminhar ou mover-se através de – migrar ao longo dos tempos, passando de um corpo para outro. Um espírito humano renascer em outro planeta.

A reencarnação consiste em nosso corpo ser um veículo biológico para o trânsito de nossa consciência na crosta deste planeta.

O homem é um imenso repertório cósmico de informação absorvidas de outras vivências.

No Oriente a Reencarnação é um ensinamento básico de todas as religiões lá praticadas, e cuja influência sempre se fez presente no pensamento judaico-cristão.

Na história do Cristianismo, as informações começam a ser manipuladas a partir do século IV, com o imperador Constantino. Antigas referências à reencarnação no Novo Testamento foram apagadas nos séculos IV por Constantino, quando o Cristianismo tornou-se a religião oficial do Império Romano.

- Contudo, pergunto eu, onde estão os manuscritos ou documentos impressos que comprovem efetivamente essa questão? Ou são textos tão imaginários, como os supostos alicerces de outras tantas hipóteses?

Aparentemente, o imperador sentia que o conceito de reencarnação ameaçava a estabilidade do Império. Cidadãos que acreditavam em outra chance de viver poderiam se tornar menos obedientes e submissos à lei do que os que acreditavam num único Juízo Final para todos.

No século VI, o Segundo Concílio de Constantinopla apoiou a lei de Constantino ao fazer, oficialmente, da reencarnação uma heresia. Tal como Constantino, a Igreja temia que a idéia de vidas anteriores enfraquecesse e solapasse seu poder crescente por proporcionar a seus seguidores um tempo maior em busca de salvação. Concordavam que a chibata do Juízo Final era necessária para garantir atitudes e comportamentos adequados.

Durante a mesma era cristã primitiva que abria o caminho para o Concílio de Constantinopla, outros padres da Igreja, como Orígenes, Clemente de Alexandria e São Jerônimo, aceitavam e acreditavam na reencarnação. Bem como os gnósticos, movimento tido como herético. Até o século XII, os cátaros cristãos da Itália e sul da França eram severamente punidos por sua crença na reencarnação. A repressão aos ensinamentos de vidas passadas tem sido mais política que espiritual.

 

Ressurreição e Reencarnação (Pensamento de José Reis Chaves)

Muitos acham que ressurreição e reencarnação são duas questões incompatíveis, o que é um grande equívoco. Para sintetizar de vez o assunto, devemos atentar para o fato que a ressurreição bíblica é chamada fase escatológica do homem ou no final dos tempos – final dos tempos, e não do mundo - enquanto que a reencarnação sempre aconteceu, acontece e acontecerá, antes da fase escatológica do homem, como uma espécie de ressurreição provisória, em preparação à ressurreição propriamente dita, ressurreição essa que não é só bíblica, mas universal, pois consta também das escrituras sagradas de outras grandes religiões.

Mas o que é ressurreição? É a libertação do espírito da matéria, isto é, do corpo mortal. Por isso ela é também a libertação da morte. Assim, enquanto o espírito ressurge em um corpo, ele continua a passar pela experiência da morte. Em outras palavras, o indivíduo renasceu, tem que morrer.

O espírito ao deixar o corpo levaria consigo, além de sua consciência, todas as suas experiências (evolução espiritual e moral, talento, instinto...) as quais se manifestariam em sua vida ou vidas futuras. Leva também seus méritos e deméritos.

- Isto só poderia ser possível, se a culpa fosse algo real e não apenas fruto de programação mental e uma questão sociológica.

A própria palavra ressurreição, no seu sentido teológico profundo e tradicional, significa reencarnação, pois consiste em o espírito voltar a ter novamente o seu corpo, ou seja, ele adentra novamente o seu corpo, a carne.

A reencarnação vem ganhando um número cada vez maior de novos adeptos no Ocidente. Hoje há cerca de dez vezes mais reencarnacionistas entre os cristãos ocidentais do que havia na década de 40.

Em Belo Horizonte, segundo pesquisa feita recentemente pelo Instituto Galup, 63% dos católicos são reencarnacionistas[1].

O contrário de morte não é vida, mas nascimento. As pessoas só ressuscitariam na fase escatológica, como nos ensinam a Bíblia e os primeiros cristãos: temos de nos purificar de nossos pecados ou carmas, que são muitos, antes de nossa ressurreição final. E esse ensinamento é universal, pois é de todas as escrituras sagradas.

Ao morrer o corpo de um espírito, ao invés de este ficar num sofrimento eterno (no sentido de interminável, conforme nos ensinou a teologia do passado, como se Deus fosse um sádico), Deus – que é amor e misericórdia e quer ver feliz esse seu filho – dá novas condições ao espírito para que prossiga sua caminhada em busca da felicidade eterna, para a qual o criou.

- Qual seria a diferença entre um Deus extremamente sádico e um Deus brandamente sádico? O qual faria as pessoas sofrerem profundamente, porém por um tempo limitado?

Deus permite-lhe o retorno a este mundo para que, por si mesmo, repare seus erros e encontre o caminho de volta do filho pródigo.

Segundo os ensinamentos teológicos cristão, nós (espíritos) fomos criados para a felicidade eterna, e a nossa vinda a este mundo tem muito a ver com isso.

 

O Céu

O céu é o contrário de inferno para os cristãos. Para outros troncos religiosos, também há essas duas divisões ou esses dois pólos opostos, que existem em quase tudo na natureza.

- Convém observar que “pólos opostos não existem, são sempre pólos complementares”.

 Mas enquanto que para os cristãos esses dois termos dão a idéia de dois locais nos quais, quem entra deles jamais sairá, em outras religiões não é assim. Para as religiões orientais, por exemplo, o tempo tem ciclos, que por mais longos que sejam, chegam um dia ao seu fim. Por outro lado, as religiões não cristãs admitem um estado de espírito de felicidade ou de tristeza, e não propriamente um local de felicidade e de tristeza. Nos meios mais adiantados ou esotéricos do cristianismo, de algumas décadas para cá, passou-se também a aceitar esse pensamento de ser o céu e o inferno um estado de alma e não propriamente local de felicidade ou de tristeza. Porém, ainda restam dúvidas com relação à duração de tais estados de alma; coisas que não existe nas outras religiões, principalmente porque aceitam a reencarnação.

- E, para as pessoas que sofreriam, qual seria a diferença entre sofrer em espírito ou sofrer em determinado lugar?Ser Feliz num lugar ou ser Feliz em Espírito?

 

O Purgatório e o Carma

Acreditamos que o purgatório católico e também de algumas outras agremiações cristãs seja produto do bom senso. Os teólogos começaram a perceber que Deus não é tão cruel assim, como pensavam.

Começaram eles a entender que o homem precisa ter novas chances para não interromper a sua caminhada de volta a Deus, de um modo irremediável. Receberam, sem dúvida, uma pontinha de influência da filosofia oriental, que sempre apresentou um Deus bondoso.

- Não concordo com o tal do “Deus bondoso”; pois, que diferença haveria entre um Deus sádico que condena alguém para sempre e um Deus que tortura as pessoas? Fazendo-as percorrem longos e tortuosos caminhos até voltar a ele, reencontrando a paz e a felicidade?Por que, um dia, Deus ou outra Divindade teria afastado o ser humano dele, só para cobrar dele um retorno?

A idéia da reencarnação oriental e de alguns cristãos sábios que professavam clandestinamente essa crença, tocou-os profundamente, mostrando-lhes que Deus não só pode, mas também quer fazer inventar todos os meios possíveis para que as pessoas cheguem a Ele o mais rápido possível. Tal doutrina os tocou e convenceu suficientemente para que pelo menos pusessem um paradeiro nas ameaças terríveis da desgraça eterna. E, embora afirmassem que o ingresso no Purgatório significava a garantia da salvação, passaram na realidade a aceitar uma espécie de reencarnação para que as pessoas pudessem queimar o seu carma, só que tudo no outro mundo, e não nesse como ensinavam os orientais. Urgia que fosse diferente deles!

O Cristianismo pós-Constantino, sempre abominou todas as formas religiosas da Antiguidade, as quais denominava pagãs e não admitia que encerrassem qualquer tipo de verdade.

- Esta é a igreja de Constantino, o qual coloca o cristianismo a serviço do Império Romano; jamais tendo sido o imperador convertido e, sim, o imperador que logrou os cristãos, salvando seu império.

Carma e purgatório, repetimos, são a mesma coisa, apesar da variação por que passa o purgatório da Igreja, com relação ao local em que acontecem as purificações da chamada lei de causa e efeito. E ambos acontecem sempre depois de uma encarnação. Uma frase de santo Agostinho merece ser destacada: “Este mundo é um mundo de construção da alma”.

- Quanto Tempo duraria a construção dessa Alma?

 

Reencarnacionismo e a Doutrina Atual acerca da Escatologia

Não é de todo desconhecida a dificuldade que a teologia católica depara ao argumentar contra as principais afirmações espíritas. Isso porque ambos, a tradição teológica comum e o espiritismo se movem, no fundo, respeitadas as diferenças existentes, dentro da mesma compreensão antropológica. Ambos afirmam a morte como separação do corpo e da alma.

O espírito desencarnado e, por sua própria natureza, tende a unir-se à matéria. Para a teologia clássica, a reassunção da matéria corporal se verifica na consumação dos tempos, com a ressurreição universal dos mortos. Para os espíritas, isso se verifica, na história: a alma, para se purificar, assume na terra ou nos astros outras existências corporais, até purgar-se totalmente e viver com Deus.

Ambos, teologia clássica e espiritismo, afirmam o purgatório como um processo mais ou menos longo, no qual as almas se limpam de suas faltas até entrarem na visão beatífica. A teologia colocava tal processo acrisolador no após–morte. Os espíritas o situam dentro da vida em sucessivas encarnações. Para ambos, portanto, é comum a idéia de uma purificação que dura e se prolonga.

Parece-nos que a doutrina da Escatologia, como está sendo elaborada pela teologia católica recente, se presta a uma resposta mais convincente do que aquela dada tradicionalmente. Isso porque os pressupostos sobre os quais o espiritismo se baseia são fundamentalmente questionados.

 

O Inferno

Tudo o que imaginamos sobre o céu é o contrário do que o inferno. Estados de céus e infernos que existem estão, também, dentro de nós.

A Própria pessoa é o inferno ou o céu.

Sempre se falou mais do inferno do que do céu, isso porque o inferno nos amedronta. As pessoas não se impressionam tanto com a felicidade, como se impressionam com a desgraça. Isso é fruto de os teólogos terem feito do poder de Deus um poder para destruir e aniquilar as pessoas que pecam, pois tinham uma idéia antropomórfica de Deus.

 

O V Concílio Ecumênico de Constantinopla II (553)

O imperador Justiniano, era um teólogo que queria saber mais teologia do que o papa. Sua mulher, a imperatriz Teodora, foi uma cortesã e se imiscuía nos assuntos do governo do seu marido, e até nos de teologia.

Contam alguns autores que, por ter sido ela uma prostituta, isso era motivo de muito orgulho por parte das suas ex-colegas. Ela sentia, por sua vez, uma grande revolta contra o fato de suas ex-colegas ficarem decantando tal honra, que, para Teodora, se constituía em desonra.

Para acabar com esta história, mandou eliminar todas as prostitutas da região de Constantinopla – cerca de quinhentas.

Como o povo naquela época era reencarnacionista, apesar de ser em sua maioria cristão, passou a chamá-la de assassina, e a dizer que deveria ser assassinada, em vidas futuras, quinhentas vezes;  que era seu carma por ter mandado assassinar as suas ex-colegas prostitutas.

O acerto é que Teodora passou a odiar a doutrina da reencarnação. Como mandava e desmandava em meio mundo através de seu marido, resolveu partir para uma perseguição, sem tréguas contra essa doutrina e contra os seus defensores entre os cristãos.

Justiniano era um fanático. Chegou a dar um ultimato aos seus súditos, para que escolhessem entre o batismo e a morte. Depois desse concílio, determinou uma perseguição em massa contra os reencarnacionistas. E, só no Oriente Médio, foram mortas mais de um milhão de pessoas adeptas da reencarnação.

- Quando se observará a distinção clara entre um ser humano efetivamente racional e um ser orientado pelo emocional?

 

Vidas Passadas

O Dr. Brian Weiss, psiquiatra e neurologista de renome, formado pela Columbia University, com uma série de títulos universitários, membro das mais importantes associações científicas norte-americanas e, ainda, autor de trabalhos médicos, alguns dos quais premiados, e da mais alta relevância, em seu livro, “Muitas Vidas, Muitos Mestres”, declara como foi difícil tomar a decisão de escrever sobre vidas passadas, um assunto que parece completamente fora do que comumente é considerado aceitável, dentro dos conhecidos cânones da psiquiatria corrente. Isto requer uma coragem que muitos cientistas não têm, porque o medo de ser criticado e mesmo ridicularizado trava a decisão de enfrentar o paradigma científico vigente.

Lívio Túlio Pincherle, médico psicoterapeuta, comenta que: “... qualquer psiquiatra de certa experiência já se defrontou com fenômenos assim chamados parapsicológicos, mas, ou não quis tomá-los em consideração ou, se o fenômeno não pôde ser negado, limitou-se a relatá-lo para os "íntimos” como curiosidade sem explicação, por causa da grande dificuldade de enfrentar seu paradigma normativo”.

Todavia o progresso da humanidade costuma dar-se quando um desses paradigmas é desmantelado por novas evidências, que criam novas hipóteses e evidentemente novos paradigmas. É a eterna luta revolucionária contra o establishment.

No Brasil, o Conselho Federal de Psicologia tem rejeitado formalmente, sem conhecer, a terapia de regressão a vidas passadas, por achar que não se trata de matéria cientificamente comprovada, como se alguma forma de psicoterapia o fosse. Também acredita que a hipótese reencarnatória seria apenas uma crença religiosa. Não interessa que, da profundidade da mente de grande parte das pessoas, surjam “estranhas memórias” de outras existências, mesmo em indivíduos não religiosos nem místicos. Tais “fantasias” deveriam então ser desprezadas ou consideradas meras alucinações, mesmo nos casos em que tais relatos tenham sido confirmados.

- Confirmado como e por quem?

 

A Doutrina da Reencarnação e o Problema do Mal no Mundo

A doutrina da reencarnação é aventada para explicar um outro mistério da condição humana: a existência do mal. “Toda falta cometida – ensina Allan Kardec – todo mal realizado é uma dívida contraída que deverá ser paga; se não o for em uma existência, se-lo-á na seguinte ou nas seguintes... (O céu e o inferno, pp.88-90)”. Assim, quando homens nascem aleijados, com más tendências, aloucados ou abobalhados é porque são condenados a sofrer castigados por pecados de existências anteriores. Fala-se até na lei do Carma que exige férrea automática punição de todos os males perpetrados.

“A doutrina da reencarnação sofre de uma profunda indigência antropológica”.

Não toma o homem a sério em suas decisões. O homem é um ser que, graças a seu livre arbítrio, pode dizer não a Deus. Não apenas pode, mas sustenta sua decisão e com isso cria existências absurdas. Ele é responsável, isto é, responde por sua vida. Os reencarnacionistas não valorizam suficientemente essa existência, nem a dignidade do homem de poder abrir-se ou fechar-se ao Ministério e assim ser criador de uma história. Ele não é um marionete no palco de Deus. Pode ser até um concorrente de Deus. Nisso reside sua dignidade e sua sacralidade invioláveis.

Os males provêm desta liberdade abusada do homem. (Kloppenburg, A reencarnação, exposição e crítica, 111).

Ademais, por que deveríamos ser castigados por males dos quais não temos a mínima lembrança de os havermos cometido? Já um antigo sábio, Enéias Gazaeus, argumentava: “Eu, quando tenho de castigar meu filho ou meu servo... começo por admoestá-los a fim de se lembrarem bem para o futuro e assim poderem evitar o recair no mesmo erro. Não deveria Deus, quando envia as terríveis punições, instruir aqueles que as sofrem acerca do motivo desses castigos? Poderia ele tira-nos de todo a recordação de nossos crimes? Que proveito se há de esperar da punição se ninguém nos mostra qual foi nossa culpa? Em verdade, semelhante castigo vai contra o que pretende: irrita e leva à revolta”.

A lei do Carma envolve absurdidades que certamente os reencarnacionistas não subscreveriam: “Quanto um homem mau persegue o seu semelhante, quando um ladrão furta, quando o capanga mata, é sempre instrumento da justiça divina... O próximo o mereceu de outras encarnações... Quando uma amigo atraiçoa o outro, rouba-o, deixa-o na miséria, devia ser abraçado por este com lágrimas de gratidão. Não lhe podia fazer um bem maior... Estava escrito. Ele o tinha merecido em outra encarnação” (Kloppenburg, A reencarnação, exposição e crítica, 117).

Estes “porquês”, sem sombra de dúvidas, são paradigmas que pautam nossas vidas. E é bom que se diga que não precisamos esperar a próxima encarnação para que, corajosa e despretensiosamente, estudemos o tema, sem medo de estarmos cometendo uma heresia.

 

Considerações Finais

- A Filosofia existencialista influenciou a Psicologia e a Sociologia...

- O ser humano atribui ao sobrenatural àquilo que não compreende.

- Casos atribuídos às vidas passadas, foram solucionados a partir da compreensão da vida intra-uterina, processo de nascimento e infância.

- Doenças hereditárias, imagens de homem e de mulher que vem de geração em geração.

- Jung apresenta a idéia de arquétipos.

- Memória celular.

- “Se não há culpado, então não há Vidas Passadas” – P. Grisa

 

“A maior de todas as ignorâncias é rejeitar uma coisa sobre a qual você nada conhece”

                                          ( H. Jackson Brown)

 

Observações:

1- O texto acima foi elaborado por Henrique Dalló Pagnoncelli.

2 – Os Parágrafos em itálico inseridos no texto de Pagnoncelli são de minha autoria, Pedro A. Grisa.

3 – Pagnoncelli já faz referência ao novo paradigma proposto pelo Sistema Grisa: “Se não há culpa, não há Vidas Passadas”.

O novo paradigma proposto pelo Sistema Grisa fundamenta-se em novas constatações, Leis e Princípios:

 → o Criador do Universo em hipótese alguma pode ser considerado justiceiro, tirano ou sádico;

→ a constatação de que o Ser Humano é UM; porém funciona como DOIS, com todas as conseqüências decorrentes, detalhada em diferentes obras, acaba definitivamente com a idéia de um Deus atrapalhado, um Ser Humano culpado e que merece castigo;

→ As idéias de Culpa e Perdão, Pecado e Castigo, Inferno e Reencarnação, todas tornam-se Arcaicas; pois, são ilógicas e insustentáveis em si mesmas.

Exemplo de tais absurdos são as afirmações:

- “Tudo é relativo”. Se Tudo é relativo, também é relativa a afirmação de que Tudo é Relativo; portanto, essa afirmação se nega a si mesmo, é absurda em sua própria formulação.

Ela não vale coisa alguma!

- “Verdade absoluta não existe”. Esta afirmação é tão absurda, em si mesmo, quanto a anterior.

Sim, pois, “se verdade absoluta não existe; também não existe a verdade absoluta de que a verdade absoluta não existe”.

 Todas as questões acima são aprofundadas e clareadas pelo texto seguinte:

 

Regressão a Vidas Passadas

Para que isso seja uma realidade objetiva e não tão-somente realidade subjetiva, alicerçada em Crença Religiosa, Filosófica, Mística ou Científica, deveria estar comprovada a Reencarnação, como realidade objetiva e cientificamente comprovada, não só por reencarnacionistas - adeptos de doutrinas que tem na reencarnação um de seus princípios doutrinários - ou por reencarnacionistas de aceitação passiva e pacífica, mas que fossem a Reencarnação comprovada por cientistas absolutamente livres e imparciais.

Já houve um tempo em que estive praticamente convicto da realidade objetiva da reencarnação, todavia, hoje não percebo um rol suficiente de argumentos e provas a favor ou contra a reencarnação.

Como cientista independente, posso afirmar que não tenho certeza de vidas passadas, integrando a existência da mesma pessoa; também não percebo sua importância fundamental para o desenvolvimento de todo o processo terapêutico.

Como já me dediquei intensamente e durante um tempo relativamente longo, aproximadamente 25 anos, na análise e estudo da possível reencarnação; posso afirmar que muitos argumentos que eram considerados provas indiscutíveis da mesma, tanto em decorrência de eventos relacionados a mediunidade quanto em lembranças obtidas por transe hipnótico, pude constatar que sempre são verdades subjetivas; porém, a outras maneiras destas informações estarem presentes na memória da pessoa:

• Memória de um evento onírico, subjetivamente equivale a memória de um fato real e possui todas as características de um acontecimento ocorrido em vida da pessoa.

• Experiência de um evento de bilocação de consciência, viagem astral, evento classificado como sendo de Projeciologia...

• Memória de um devaneio vivenciado com imaginação clara, forte emoção e importante motivo de sugestionabilidade, cabe lembrar que uma mentira bem contada, imaginada e emocionalmente importante é tão real que “o mentiroso acredita na própria mentira”.

• Qualquer evento que a pessoa em qualquer faixa etária tenha vivenciado em estado de transe, como uma criança apavorada, um adulto enraivecido, desesperado, intensamente apaixonado ou sob forte influência alcoólica... Todas essas experiências, vivenciadas como se a pessoa estivesse fora de si ou fora da realidade objetiva, programa-se no subconsciente, registra-se na memória da pessoa como fato real e verdadeiro, sem data precisa; porém, em decorrência de verdades subjetivas presentes no subconsciente, esses fatos poderão ser datados de acordo com as mais diferentes crenças presentes no subconsciente.

O que fica evidente é a influência matemática das programações herdadas dos antepassados mais recentes ou imediatos, pais, avós, bisavós...

Portanto, a vida dos antepassados é determinante, tanto na definição de características de Personalidade, quanto na manifestação de potencialidades e talentos, bem como de inseguranças, bloqueios, traumas e conflitos ou outros distúrbios.

A Hipnose, facilitando o desencadear do Processo de Regressão de Memória, pode auxiliar e acelerar o Processo de Compreensão, visando a Reprogramação do Subconsciente.

Regressão de idade, somente ocorre efetivamente, como fenômeno patológico, quando a pessoa – dominada por profunda depressão – teme e nega-se a prosseguir em direção ao futuro, voltando ao passado, vivenciando forte amnésia em relação à determinada faixa etária. Por exemplo: uma adolescente de 17-dezessete anos passa a reagir e a comportar-se como se tivesse apenas 10-dez anos, ignorando tudo o que viveu após esta data.

A Regressão de Idade sempre é patológica, manifestação de grave depressão e a pessoa pode vivenciar regressão até o período fetal.

 

Referências Bibliográficas:

BOFF, Leonardo. Vida Para Além da Morte. Vozes: Petrópolis, 7a. ed. 1982. p. 161-169.

CHAVES, José Regis.A reencarnação. Segundo a Bíblia e a Ciência. Editora Martin Claret. 3ªed. revisada, 1998.

O Mundo do Paranormal – Parapsicologia Explicativa. Ed. Três; São Paulo, 1987, p.234-237.

WEISS, Brian L. A Cura Através da Terapia de Vidas Passadas. Salamandra: Rio de Janeiro, 1996.

WEISS, Brian L. Muitas Vidas, Muitos Mestres. Tradução Talita M. Rodrigues. Salamandra: Rio de janeiro, 1991.



[1] Jornal OPINIÃO da Arq  udiocese de Belo Horizonte, 8/6/94, encarte com noticiário do “Projeto Construir a Esperança”, fundado pelo Cardeal Dom Serafim Fernandes de Araújo.

 

AVALIAÇÃO E A EVOLUÇÃO DA PERSONALIDADE

A importância da Avaliação, no Processo de Formação, de Evolução e de Qualificação da Personalidade.

É inconteste a importância da Avaliação, na Formação e Desenvolvimento harmonioso e rico da personalidade; a fim de equilibrar as estruturas emocionais do temperamento, fortalecer os princípios comportamentais e atitudes do caráter, preparando uma pessoa competente, capaz de garantir a conquista dos bens necessários à Sobrevivência.

A Competência é a melhor proteção, em relação à Esquizofrenia.

1.1 A Avaliação é constante por natureza, seja como auto-avaliação, seja como avaliação realizada pelos outros.

Avaliação é fundamental para que a pessoa possa situar-se com segurança diante das mais variadas circunstancias...

(Embora de caráter religioso e moral, pode-se afirmar que "o Exame de Consciência", como o "feedback" administrativo-empresarial; são duas formas de auto-análise e de auto-avaliação fundamentais, para um contínuo processo de aperfeiçoamento pessoal e de grupo; superando imperfeições e ampliando competências.)

1.2 Educação e Critérios de Avaliação

Desenvolver claros e objetivos critérios de Avaliação constitui-se em elemento indispensável para qualquer processo educacional e que visa a Formação de cidadãos participativos e líderes, efetivamente responsáveis, honestos e de caráter ilibado.

2.1 - Método de Avaliação do CAOP

O Método de Avaliação preconizado pela estrutura didático-pedagógica do IPAPPI Sistema Grisa, na realização e desenvolvimento do Curso de Aperfeiçoamento em Orientação Parapsicológica - CAOP; Habilitações em Orientação Parapsicológica Social, Institucional e Pessoal, ou seja na Formação do Parapsicólogo -Terapeuta do Sistema Grisa – Parapsicólogo Clínico.

O CAOP visa a Formação da pessoa com todas as qualidades e qualificações possíveis, como Ser Humano, como cidadão competente e responsável e como Líder, presente nos diferentes contextos sócio-políticos e econômico-culturais.

 

NOTA Basilar: "Eu, Pedro Antonio Grisa, sempre fui claramente contra duas formas aparentes de Avaliação Escolar:

 

a) a Progressão Automática;

b) a Substituição da Nota Numérica por Conceito.

E me faço uma pergunta:

  - Por que fugir dos Números, nesse Mundo Matemático, em que se vive, na Era Tecnológica?Seria uma atitude esquizofrênica? E sem darem-se conta, estar-se-ia abrindo novos caminhos para a expansão do número e índice de "vagabundos" - pessoas incompetentes e irresponsáveis - autênticos projetos de vítimas da Esquizofrenia em expansão?

Só alicerçado num claro, objetivo e amplo Sistema de Avaliação, o Ser Humano será capaz de dar sua contribuição para a Construção de um Mundo Melhor e tornar a Espécie Humana mais feliz, tanto pela qualidade de seus conhecimentos e de suas habilidades e habilitações humanas,quanto por seus exemplos, como pessoa competente honesta de caráter e feliz...

2.2 O CAOP

O Curso de Aperfeiçoamento em Orientação Parapsicológica - CAOP foi planejado como Curso destinado aos profissionais que , no decurso de dez anos  estavam atuando no IPAPPI, nas atividades de Pesquisa, Ensino e Terapias Alternativas, tendo como bússola norteadora, a Parapsicologia Independente do Sistema Grisa. Para tanto era indispensável que fosse um Curso em Nível de Pós-Graduação.

Porém uma questão se impõe: "Quais seriam os conteúdos indispensáveis?" parra qualificar os Parapsicólogos do Instituto, profissionais de diferentes especialidades e diferentes cursos de graduação superior, constituindo uma autêntica Equipe Multidisciplinar?

Após a realização de reuniões, visando avaliar os objetivos e as necessidades dos Parapsicólogos em atuação e os futuros profissionais a serem formados; importantes decisões foram tomadas.

3 - O Anteprojeto do Curso

Após longas horas de estudos e cuidadosos diálogos, decidiu-se pela realização de alguns eventos que iriam servir de Protótipos de experimentação para se avaliar melhor os objetivos, os conteúdos ou disciplinas, fundamentais para a realização do CAOP.

 

3.1 Eventos Preparatórios

Quatro eventos foram programados:

3.1.1 I Seminário - Uma Visão Mística e Científica da Paranormalidade (mediunidade?).

3.1.2 Seminário - "Diferentes Óticas sobre A Manifestação de Fenômenos Paranormais,

E as Pesquisas do IPAPPI sobre a Origem e as Causas de Suas Manifestações.

3.1.3 Seminário - "a Relação Existente entre Fenomenologia Paranormal, Sobrevivência e Estrutura das Personalidades".

3.1.4 Seminário - Terapia Parapsicológica ou Psíquica e outras Terapias. A Utilização da Hipnose e o Processo de Regressão de Memória, na Orientação Parapsicológica.

3.1.5 Seminário de Avaliação, mediante a apresentação de Trabalho Escrito sobre uma das temáticas abordadas, na realização dos Seminários 1.2, 1.3 e 1.4.

4 - Fantasmas da Avaliação

Desde as primeiras atividades de Avaliação, aplicadas durante o CAOP, constatou-se que os estudantes traziam consigo o Fantasma da Prova, assustador, inibidor e desencadeador de inseguranças mil.

4.1 Causas dos Fantasmas da Prova.

4.1.1 Termos Assustadores

As próprias palavras: Prova, Provar e Reprovar e punições correspondentes, vêm associadas a diferentes perigos e ameaças, que podem ser considerados autênticos fantasmas:

. Punições e Castigos, aplicados, aos alunos das mais diversificadas formas por quaisquer falhas ou erros no processo de aprendizagem, aplicados pelas mais diversificadas autoridades.

. Deus aparece, em nossa educação recente como o Punidor maior.

Proclama-se: - Você pode esconder-se do pai, da mãe, do professor(a) e de outras autoridades; jamais poderá esconder-se dos olhos de Deus, que vê tudo.

Fizeram-se presente, em nosso Sistema Educacional, as ameaças, os gritos e os castigos físicos, aplicados pelos professores; inclusive, pela linda e charmosa Professorinha da Escola Isolada.

O fantasma da Reprovação - levou Bomba e Rodou e Rodopiou, torturou e, muitas vezes ainda tortura estudantes de todos os níveis escolares.

Contudo, programações herdadas das gerações mais e recentes e dos nossos antepassados, permanecem presentes e continuam atrapalhando os estudantes de hoje, quando essas programações perturbadoras não hajam sido reprogramadas.

Exemplos de tais heranças:

. Deus e seu olhar vigilante, já citado;

- A Preocupação com todo tipo de Fiscalização, desde os pais e professores aos militares e fiscais da Receita aos bedeis e uma legião de outros observadores, da fofoqueira ao caluniador e traidor.

A recente Era Militar e tantos períodos ditatoriais, tudo contribuiu, cada qual a seu modo, para infestar o Subconsciente das pessoas com uma legião de fantasmas, que se manifestam no momento em que a pessoa realiza qualquer atividade de avaliação.

- O "branco", diante da prova ou teste, relativo a "provar que sabe".

Buscando afastar as pessoas dos fantasmas da Prova, foi introduzido, na avaliação do CAOP, o termo Verificação, Verificação Parcial Escrita

-VPE ou Verificação Parcial Oral - VPO.

O objetivo proposto é mais do que apenas uma mudança terminológica, é mudança de mentalidade e de atitude mental:

1 Eliminar ou ao menos afastar os fantasmas embutidos na palavra PROVA, presente no Subconsciente da maioria das pessoas; sim, pois o objetivo é perceber que o Sistema de Avaliação, para pessoas adultas e conscientes é utilizar o Sistema de Avaliação para Verificar como estão sendo seu processo de assimilação dos conhecimentos, sem precisar provar coisa alguma, a quem quer que seja. Visa somente verificar como está seu índice de aproveitamento, no Processo Ensino-Aprendizagem.

Decidiu-se também pela adoção da Nota Numérica e não pelo Conceito.

Sim, pois vive-se num mundo em que a Matemática faz parte da essência das atividades humanas.

Mais, número é preciso e exato; Conceito é indefinido e falta-lhe precisão e clareza. Basta observar a ginástica e as manobras que são realizadas para entender: Quanto vale o conceito A ou B?

 

MOTIVAÇÃO E VALORIZAÇÃO

Inúmeras são as pessoas, inclusive Mestres e Doutores, que demonstraram admiração pelo nível de exigências do IPAPPI Sistema Grisa, em relação ao Curso de Formação do Parapsicólogo do Sistema Grisa.

Todavia, também sempre foram motivo de admiração e aplauso as orientações claras e detalhadas, em relação aos trabalhos escritos e relatórios a serem apresentados.

A Motivação e Valorização do caopista e de suas potencialidades.

Outros sim sempre se fizeram presentes, sintetizadas em Formulações Criativas Construtivas, como: - você é muito mais capaz do que sabia e, muitíssimo mais capaz que outros permitiram que você percebesse.

Ao final do primeiro ano do Curso, CAOOP I Nível, três caopistas - estudantes do CAOP, pelas normas estabelecidas na época, tiveram que realizar Segunda Época.

Todavia verificou-se que as atividades propostas como preparação para o Exame de Segunda Época, não alcançaram os resultados desejados, para que os caopistas alcançassem o índice adequado, no aproveitamento escolar.

Foram tomadas, em decorrência, algumas decisões:

. Decidiu--se pela eliminação da Segunda Época;

. Sempre que um caopista obtivesse nota inferior a Sete, teria direito a refazer aquela atividade de Avaliação, respeitadas normas adequadamente estabelecidas;

. O caopista precisa obrigatoriamente realizar todas as atividades,

- Verificações e Trabalhos de Análise Bibliográfica ou de Pesquisa;

- deixar de realizar qualquer dessas atividades seria motivo de Reprovação.

Os resultados obtidos nesses 16-dezesseis anos de existência do Curso, incluindo o depoimento dos próprios estudantes, a partir do final do CAOP I Níveo e mais ainda ao final dos três anos, proclamam, enfaticamente, o acerto de tais decisões e a excelência do Método de Avaliação adotado pelo IPAPPI e aprovado pelo Corpo Docente, para sua aplicação; e, pelo Corpo Discente, após obter os resultados de Aprendizagem e do seu processo de Qualificação e Evolução Humana.

Esse texto não pretende, nem de longe, esgotar o tema; porém, penso que serve, especialmente para Família IPAPPI Sistema Grisa, ser fonte de reflexão, de motivação e dedicação nos objetivos propostos pelo Curso sempre tendo em mira a Evolução Humana e dar nossa contribuição para a construção de um mundo sempre melhor e tornar a Espécie Humana mais feliz.

 

Sistema de Avaliação do CAOP

O Sistema de Avaliação do Curso de Aperfeiçoamento em Orientação Parapsicológica - CAOP; e, posteriormente, CEOP, está descrito em seus pormenores formais e práticos, no Regimento Interno do IPAPPI Sistema Grisa e do CAOP/CEOP.

Cabe lembrar:

 . O Presente é um momento tão fugaz, que se pode afirmar: "O Presente não existe!"

Sim, chamamos de Presente um período de tempo feito de parcela do passado e parcela do futuro, que nos permite ter a sensação do Agora ou do Hoje... Contudo, não passa de sensação ou impressão!

Importante é avaliar o Passado, a fim de se poder reconhecer os sucessos obtidos, as vitórias alcançadas e os feitos realizados; também poder-se verificar em que momento e situação o resultado foi inferior ao desejável; a fim de poder-se aperfeiçoar os novos resultados a serem alcançados, no futuro...

E é fundamental perceber que o Futuro pode ser previsto e planejado, traçando objetivos de curto, médio e longo prazos, tendo o ímã do Ideal impulsionando a vida pessoal, profissional e social para um futuro sempre melhor e mais brilhante!

 

Florianópolis, 13/01/2012.
Dr. Pedro A. Grisa.
 
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DR. PEDRO A. GRISA

Mentor do Sistema Grisa

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ana rohling
Date: Feb 28, 2011


Bom dia, Ja li alguns livros seus, Dr. Pedro. Mas 9 anos e nunca consegui um retorno de uma coisa que me deixa até a data de hoje sem resposta alguma. Meu pai falecido a 9 anos e eu fui a ultima a chegar ao leito dele, quando ele deu o ultimo suspiroaregalou seus olhos e tenho certeza de qu...